| Cultura e Lazer :: Artesanato
O artesanato tem, ao longo dos séculos, marcado uma presença definitiva no quotidiano dos povos como forma sustentada de vida.
No município do Crato, continua a primar o bom gosto de quem o trabalha que, no seu dia a dia ou nas suas horas vagas, se dedicam com alma e gosto ao seu trabalho. As matérias-primas utilizadas, profundamente alentejanas, são diversas: a madeira, o barro; a cortiça ou o granito.
Saberes
O Artesanato é o resultado da união entre a criatividade popular, o experimentalismo técnico e o aproveitamento das matérias-primas predominantes no meio físico envolvente.
Barros Flor da Rosa (Escola de Olaria)
Telefone 245997341
Rui Heliodoro - Olaria
Telemóvel 933418459
R.D. Nuno Alvares Pereira, nº 58
7430-221 Flor da Rosa
Cláudia Soares “Torre do Sino” (Cerâmica e Azulejaria)
Telefone 245996457
Rua Torre do sino nº 4
Crato
António Carlos Labreca
- Trabalhos em talha dourada;
- Restauração de móveis antigos;
Telefone 245996676
Rua da Figueira, nº 5
7430-Crato
José Oliveira (Miniaturas — Cortiça e Madeira )
Telefone 245996594
Avenida dos Bombeiros V. do Crato, nº 6
7430-Crato
João Belo (Cantaria)
Telefone 245790168
7430-Gáfete
Barros Flor da Rosa
Contacto para venda:
Posto de Turismo de Flor da Rosa
Tel.: 245997341
E-mail: turismo@cm-crato.pt
Aliados à rica tradição gastronómica da região os Barros de Flor da Rosa renascem com um cunho inconfundível e personalizado de séculos traçados por um povo.
Utilitária na sua essência, a olaria de Flor da Rosa permite obter a frescura da água ou o refinado paladar nos pratos confeccionados na louça de ir ao fogo. Apresenta-se hoje, também, como elemento decorativo, através da pintura, de grande bom gosto que empresta aos espaços cores e formas de requinte.
A criação de uma empresa constituída por artesãos oleiros, a sua instalação na Escola de Olaria de Flor da Rosa, o apoio à gestão e ao marketing são passos já assegurados pela Câmara Municipal do Crato e Associação de Desenvolvimento Integrado - Terras do Condestável para a dinamização deste projecto.
Estas são as 14 peças certificadas com imagem e etiquetagem próprias que, doravante, pode encontrar e comprar aos nossos artesãos:
A Caçarola – Considerada imprescindível na confecção de um dos pratos mais típicos da região – as migas de pão ou de batata;
O Cantil – Tinha a função de refrescar a água. Fácil de transportar, graças ao seu design, permite o envolvimento de uma corda para se transportar ao ombro;
O tacho com tampa – Peça utilitária própria para estufados e refogados. Para ir ao lume ou fogão;
A Frigideira – Peça utilitária para ir ao lume, na qual se frita as carnes, especialmente as de porco;
A Assadeira Oval – Utilizada antigamente na confecção de carnes assadas em forno a lenha, continua a ter grande utilidade (em fornos eléctricos ou fornos a gás);
O Alguidar – peça utilitária imprescindível na amassadura do pão e na matança do porco, para o aparo do sangue e tempero das carnes;
O Caldeirão – Também designado por assador de castanhas, é peça única que permite saborear um verdadeiro magusto;
O Fogareiro – Utilizado na ausência das brasas do lume, foi concebido especialmente para assar enchidos;
A panela de uma asa – O típico recipiente para ir ao lume, utilizado nas diferentes sopas e cozidos;
A panela de 2 asas – Com uma função idêntica à da panela de uma asa, mas com maior facilidade de manuseamento;
A Chocolateira – sempre junto ao lume, a chocolateira era e continua a ser ideal para um bom café ou chocolate quente em dias invernosos;
O Cântaro – Fazia parte do enxoval das noivas de outros tempos. É uma peça imprescindível para refrescar a água. Para além de utilitária é, actualmente, essencialmente decorativo;
O Barril – Com a função de conservar a água fresca era utilizado pelos homens que trabalhavam as terras de sol a sol. É, também, uma peça decorativa;
A Talha – peça utilitária no tempero e conserva da azeitona em casas de famílias numerosas. Tem, também, uma função decorativa.
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